Gramática do Inglês


A gramática de qualquer língua não é nada mais do que um conjunto de regras que explicam como as palavras se combinam para formar frases.

Em uma gramática descreve-se o uso de frases, orações e palavras descritas.

Basicamente, busca-se fazer inteligível o caos que é qualquer linguagem natural.

Uma gramática estuda a fonética, o uso, a morfologia, a pontuação, a fonologia, a sintaxe, os verbos, os substantivos, os adjetivos, a semântica, a pragmática e quase tudo o resto.

A gramática é um dragão, mas é um dragão que tentamos domar constantemente até dominarmos todas as ferramentas do complexo processo da gramática inglesa.

Gramática do Inglês - Como o Próprio Universo

A gramática estuda formas e não significados. É regida pela lógica, e a maioria dos falantes nativos de uma língua não se lembram conscientemente de todas as regras da sua língua, apesar da internalização de gramática. Em vez disso, aprendem a língua por osmose.

O inglês: não existe compêndio universal da gramática inglêsa. Citando Robert William Burchefield, editor do Dicionário Oxford de Inglês: “O idioma inglês é um pouco como um monstro acordeão, infinitamente elástico mas compressível.

É importante entender que a progressão do inglês e o seu pensamento gramatical não é sistemático. O inglês não possui um estilo ordenado e controlado. As regras existem, mas são constantemente ignoradas pelos falantes nativos. Alguns dos melhores romances da língua inglêsa descartam as leis de ferro da gramática, e grandes escritores fazem isto conscientemente, porque eles entendem que quebrar as regras é outra ferramenta na sua caixa de ferramentas.

A gramática é um piano que eu toco de ouvido

Mesmo algo tão básico como as partes do discurso (também conheçidas como classes de palavras; em português há dez classes gramaticais), não chega a uma decisão unânime.


Como é mencionado na última edição do The Chicago Manual of Style, o pensamento comum, como explica o escritor Robert L. Allen, é que há oito classes de palavras em inglês: substantivos, pronomes, adjetivos, verbos, advérbios, preposições, conjunções e interjeições.

Estas oito partes do discurso (em inglês) são disputadas por um número de escritores.

Alguns acreditam que deve haver quinze ou mais classes de palavras.

Outros acreditam que apenas quatro são necessárias.

Por uma questão de simplicidade, este site utiliza as oito.

Seria mais preciso e pertinente descrever a gramática como uma mistura de ciência e arte.

Ciência, no sentido de que esta tem um conjunto de regras que regem o seu uso, e arte, no sentido de que você é livre de esticar e alterar o idioma, desde que (mais ou menos) siga as leis da gramática.

Referências:

Koerner, E. F. K, and R. E Asher. 2014. Concise History Of The Language Sciences. Burlington: Elsevier Science.

Lennie, William. 1851. The Principles Of English Grammar. Toronto: Brewer, McPhail.

Lily, William, and John Colet. A Short Introduction of Grammar, 1549. Menston, Yorks.: Scolar Press, 1970.

The Chicago Manual of Style. 16th ed. Chicago, Ill.: University of Chicago Press, 2010.